Para Gustavo Gracio
Oh, Gustavo, oh, Gustavo,
que estrambótica cólera, a vossa!
Oh, Gustavo, oh Gustavo,
sois de carne e osso, ides na mulherada,
na mulherada que se desfaz,
e, em tão poucos instantes,
tudo nasce e expira pedindo paz!
Sois de carne e osso, ides na mulherada,
e quedais, com orgulho renovado!
Baseado no Poema "Ai, Palavras!" de Cecília Meireles
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