Para Rodrigo Vasco
Diria Drummond: "A falta que ama
de orgulho se encheu
ao ver o Vasco da Gama
lhe dar o que outro nunca lhe deu,
por isso, sob o cântico da flauta
do mais valente marinheiro
fixou-se a cruz de malta
no horizonte do Rio de Janeiro."
O poema mantem uma relação de intertextualidade com a "A falta que ama" de Drummond.
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