Para Rômulo Pires
Vá, Rômulo, procurar
no breve espaço existente
entre gostar e amar
o que te deixará contente.
Não se chateie comigo,
mas a tua procura, meu amigo,
será bastante sofrida,
pois ela só será o reflexo de tua vida.
Rômulo, meu querido,
eu te gosto tanto
que quando tu és ferido
eu até perco o encanto.
Por ti – grande pessoa –
eu minha vida trocaria,
sabendo que à toa.
decerto, nunca seria.
Vá, Rômulo, procurar
no minúsculo espaço
entre gostar e amar
da tua alegria o compasso,
porque já perdi a minha
sendo um verdadeiro covarde.
Felizmente, eu ainda tinha
a esperança no fim da tarde.
E – hoje – tua esperança
se chama Paula Magalhães,
cujo nome te dará perseverança
e alegrará as tuas manhãs.
Nenhum comentário:
Postar um comentário