Às vezes, me pego, meio atordoado,
olhando para os cantos.
Olho, olho, e não lhe vejo.
Meus olhos se enchem
de lágrimas
que querem deslizar
pela minha face.
Mas eu valentemente
as seguro, e impesso que elas se divirtam
Olho, olho, olho, a porta
que se abre, muitas e muitas vezes,
mas não lhe vejo entrar.
Espero, espero, espero,
você reaparecer,
sorrindo ou chorando,
mas você não vem...
E, no fundo, eu sei
que você nunca mais
voltará...
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