Nasceu, ontem,
o nosso poetinha.
Sob o som do trem
que viaja na mata.
Seus olhos negros
causam comoção.
E suas mãos exíguas
decerto tocarão,
através da poesia,
os ermos corações
que andam na agonia
e não conjugam o verbo
que esvoaça no ar
e faz qualquer um se calar...
HAHAHAHA, RIMOU, e calou =) 8,0
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