Em nome de uma moça
cujos lábios lactescentes
tecem uma teia insossa
de mentecaptas mentes:
Renata Vieira, linda criatura,
que caminha pela campina
ensanguentada de amargura,
qual flauta que desafina,
envio-te este poema frio,
rouco, louco, pouco vazio,
para tostar tua pele trigueira,
que antes de ser pele é macieira...
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